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O mercado de cafés especiais tem vivido acelerado crescimento nos últimos anos, como resultado do maior interesse do brasileiro pelo produto, logo, novos projetos focado em qualidade.

Tenho acompanhado a transformação do mercado de consumo de cafés especiais nos últimos cincos anos, participando ativamente de várias iniciativas, desde criação de eventos para divulgar essa cultura, assim como fui sócio de uma microtorrefação/cafeteria.

Fico muito feliz em ver cada vez mais novas iniciativas focadas em cafés especiais, principalmente ver o número de apreciadores aumentar.

Segundo pesquisas, o crescimento anual foi superior a 20%, apesar da crise econômica que atingiu diversos setores.

Como consequência do crescimento do mercado, várias profissões que até pouco tempo eram raras começam a se popularizar, como baristas, mestre de torras e “coffee hunters” ou caçador de cafés. A movimentação do mercado tem gerado novos postos de trabalho e tem estimulado profissionais a buscarem qualificação.

 

O QUE É UM COFFEE HUNTER

the hunter collective

 

São especialistas que percorrem fazendas atrás dos melhores grãos, de mais alta qualidade e de características singulares, para servir em seus estabelecimentos, vender, fazer blends, mandar para exportação ou até para consumo próprio.

 

THE HUNTERS COLLECTIVE

the hunter collective

Identificar, compreender e desenvolver potencialidades de cada lote especial é a vocação da The Hunters Collective, marca e curadoria de cafés especiais, lançada por Maíra Teixeira, mestre de torra e barista, Felipe Giglio, diretor de arte e designer e Gustavo Giglio, sócio-diretor de marketing e novos negócios do Update or Die e curador/head do UNLOCK CCXP.

Trazendo em cada escolha uma personalidade ao café. Essa caça envolve pesquisa em campo e contato direto com os produtores e outros profissionais da área para compreender como o café foi plantado, colhido, processado e torrado. Fatores que influenciam diretamente o resultado final da bebida na xícara.

Na torra, a análise de cada lote, testes e a criação de um perfil de torra específico faz com que todo o trabalho anterior seja elevado, trazendo o máximo potencial do grão. Além dos conhecimentos técnicos, o “Coffee Hunter” precisa buscar a essência de cada café e conhecer a história de quem o produz – afinal – vidas são transformadas através da cadeia produtiva cafeeira.

Extrair o melhor de cada café é um desafio constante. E, contar essa história, do grão à xícara, é a principal missão do coletivo.

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